Economia colaborativa: o que é o que representa essa nova forma de pensar?

Economia colaborativa: o que é o que representa essa nova forma de pensar?
9 meses atrás

Quase tudo o que consumimos possui um lado sustentável, sabia? Isso é, exatamente, o que
propõem a economia colaborativa, uma modalidade de negócio, super em alta, que prioriza o
reaproveitamento em relação ao consumo de bens excessivos.
Este é um tipo de negócio inovador e que ganhou destaque graças à disseminação das novas
tecnologias. Hoje, a economia colaborativa representa um segmento importante no mercado. Quer
conhecer mais sobre esta modalidade? Confira a matéria na íntegra!

O que é economia colaborativa?

A economia colaborativa é um modelo bem atual de negócio que tem como foco principal o
compartilhamento de bens e serviços, ao invés da aquisição de compra. Este compartilhamento
ocorre por meio de empréstimos, locações ou outros modos de negociação.
As empresas também podem se beneficiar por meio desta economia. Isso porque é possível
compartilhar o uso de um produto ou compra de um serviço. O resultado da economia compartilhada
é a redução de custos e um melhor aproveitamento da produtividade.
Além disso, esta modalidade visa a redução do consumo excessivo, contribuindo assim para uma
sociedade mais sustentável. Visto que, quanto maior é o consumo, mais recursos naturais são
utilizados.
Os povos indígenas aqui do Brasil, antes mesmo do auge da internet, já compartilhavam seus
recursos. Todavia, foi após a expansão da Internet que a economia colaborativa passou a se
expandir. Um exemplo bem popular é a plataforma Airbnb, que conecta pessoas com quartos vazios,
aquelas que precisam de um lugar para repousar.

Como ela funciona?

O funcionamento da economia colaborativa é facilitado por meio de plataformas online, que
conectam as pessoas interessadas em oferecer ou utilizar os recursos. Essas plataformas oferecem
um espaço onde os usuários podem criar perfis, listar os recursos disponíveis e procurar por ofertas
que atendam às suas necessidades.
A saber, na economia colaborativa alguém que possui um carro e não o utiliza com frequência pode
disponibilizá-lo para aluguel em uma plataforma. Assim, quando alguém estiver precisando por um
curto período, pode entrar em contato e alugá-lo.
Por meio deste modelo de negócios é possível promover o uso mais eficiente dos recursos
disponíveis, e também, gerar renda para aqueles que disponibilizam seus recursos e oferecem seus
serviços.
Todavia, é importante ressaltar que este modelo apresenta uma série de desafios e questões
importantes a considerar como é o caso da segurança, regulação, confiança, impactos ambientais e
sociais.

Vantagens

A economia da colaboração veio para impactar a maneira como as empresas são geridas mundo
afora. Mas, é importante lembrar que assim como as demais iniciativas, a economia colaborativa
possui seus pontos positivos e negativos. Vejamos então as vantagens.
A primeira vantagem deste modelo é a diminuição nas despesas, visto que não há necessidade de
comprar equipamentos, já que estes podem ser alugados. Em segundo lugar temos uma melhor
produtividade, pois as empresas poderão se concentrar na produção, mas sem abrir mão da
qualidade.
O aumento do networking também faz parte das vantagens, pois por meio dela é possível melhorar a
relação empresas e funcionários. Junto a isso, colaborar com concorrentes indiretos, contribuindo
para o aumento de vantagens no mercado.
Em relação às desvantagens da economia compartilhada, podemos citar a formação de patrimônio
físico em menor proporção, uma vez que itens alugados não contam como parte do patrimônio. Outro
ponto negativo é a redução na margem de lucro.

Os 3 pilares da Economia colaborativa

A economia colaborativa tem três características consideradas como pilares. Isso porque, tal modelo
de negócio oferece benefícios não apenas financeiros, mas contribui, também, para outros setores.
Os 3 pilares são:
● Social;
● Econômico;
● Tecnologia.
O pilar social é decisivo na economia de colaboração, pois além da colocação que ocorre entre os
dois indivíduos que compartilham um bem, existe a ângulo sustentável, já que um bem ocioso é
reaproveitado.
No quesito econômico mostra-se quando por meio da economia colaborativa as 3 partes envolvidas
geram economia, isto é, os 2 indivíduos envolvidos na negociação e a empresa de mediação entre
ambos.
O pilar tecnologia é o que permite a relação de aluguel, distribuição ou financiamento de projetos na
modalidade colaborativa, econômica e sustentável. Logo, por meio da tecnologia é possível conectar
os usuários de maneira simples, ou seja, sem processos burocráticos.

Exemplos de economia colaborativa

Como mencionado no início desta matéria a plataforma Airbnb é um exemplo bem-sucedido de
economia colaborativa, todavia, ela não é a única, já que temos vários outros exemplos que estão
dando certo.
Plataformas como Uber, Lyft e Cabify permitem que pessoas compartilhem suas viagens de carro
com outros passageiros, reduzindo os custos e a quantidade de veículos nas ruas. Além disso,
serviços de car sharing, como Zipcar e Car2Go, permitem que os usuários aluguem carros por curtos
períodos de tempo.

Outro exemplo são as plataformas como TaskRabbit e BlaBlaCar que permitem que as pessoas
compartilhem não apenas recursos físicos, como ferramentas, equipamentos esportivos e
eletrônicos, mas também habilidades e serviços.
Além disso, temos a economia colaborativa de finanças colaborativa, para realização de
empréstimos; espaços de Coworking para locais de trabalho compartilhados e hospedagens
compartilhadas para acomodações a curto prazo.