O que mudou nas relações de trabalho após a pandemia?

O que mudou nas relações de trabalho após a pandemia?

São muitas as opiniões e projeções do mundo pós-pandemia, mas uma coisa é clara: jamais as relações de trabalho serão as mesmas depois que o vírus da Covid-19 tomou proporções globais. Mas o que mudou nas relações de trabalho após a pandemia?

De uma hora para outra, as reuniões migraram do presencial para o online e, desde então, esta tem sido uma realidade predominante nas interações e no universo corporativo, mudando as relações de trabalho.

A terceirização ou “outsourcing” já vinha ganhando força no mercado mundial e seguiu um ritmo de crescimento ainda maior após a pandemia. Outra tendência foi a adoção do home office nas empresas.

Mas então, o que mudou nas relações de trabalho após a pandemia?

Pesquisadores de Harvard descobriram que profissionais que trabalhavam em regime de trabalho híbrido (em casa e no escritório), têm um desempenho melhor e melhores avaliações de seus líderes. Esta é a conclusão após um estudo que acompanhou 130 profissionais de RH de grandes companhias dos EUA.

A flexibilidade – do local e também da jornada de trabalho – é hoje, sem dúvidas, um dos motivos de retenção dos profissionais. Já no processo seletivo este é um dos critérios que pesam na balança. Por isso, o tema tem tomado cada vez mais a pauta dos executivos e empresários ao redor do mundo. Afinal, se já está difícil contratar, mais difícil ainda é manter os bons profissionais.

No Brasil, 500 mil pessoas pedem demissão todos os meses desde o começo da pandemia, como mostrou a Você S/A em fevereiro. Antes dela, os desligamentos eram de 250 mil por mês. 

Além disso, uma pesquisa da consultoria Robert Half ouviu 1.161 profissionais no Brasil e também apontou que 39% das pessoas buscariam uma nova oportunidade de trabalho se a empresa atual decidisse não oferecer a possibilidade de home office, seja total ou parcialmente. Entre os desempregados, 20% disseram que não aceitariam uma proposta de trabalho que não oferecesse home office (de forma parcial ou integral). Clique aqui e saiba mais. Os estudos mostram o que mudou nas relações de trabalho após a pandemia.

Se você procura dicas de melhoria do seu processo seletivo temos outros dois posts para você conferir:
Como agilizar contratações em TI?
5 dicas para recrutamento online em TI.

As vantagens do Home Office

O professor Prithwiraj Choudhury, coautor do estudo de Harvard, verificou que a flexibilidade e o poder de escolha estimulam a produtividade. A pesquisa foi realizada com diversas empresas norte-americanas que implantaram modelos de trabalho totalmente remotos ou remotos na maior parte do tempo. Os dados também são da Você S/A.

Além da produtividade, podemos citar aqui inúmeras outras vantagens do trabalho remoto: a possibilidade de contratar pessoas de qualquer parte do país ou do mundo; a diminuição de custos com estrutura e transporte; além de um ambiente de trabalho mais diverso, criativo e inclusivo.

Assim, o fato é que tanto para as empresas quanto para as organizações já não há mais a possibilidade de voltar atrás. Dessa forma, o trabalho remoto é hoje uma realidade e um modelo de sucesso em grande parte das funções.

O que mudou nas relações de trabalho: a preferência dos brasileiros

Um levantamento da PwC Brasil – empresa de consultoria e auditoria, em parceria com o PageGroup, mostrou que 67% dos profissionais no Brasil têm preferência pelo regime híbrido de trabalho ou 100% home office.  A pesquisa também mostra que 73% das mulheres preferem os regimes de home office ou híbrido. Entre os homens, esse índice cai para 61%. A maioria delas diz também que é possível realizar todas ou quase todas as tarefas em home office (78%). Entre os profissionais do sexo masculino, 59% têm a mesma percepção. O levantamento ouviu cerca de mil pessoas.

A terceirização também é uma tendência

Assim como o home office, a flexibilidade das equipes também é uma tendência do universo corporativo. E a terceirização contribui para esta estratégia.

A terceirização ocorre quando uma empresa opta por contratar outra empresa ou profissional para desenvolver uma determinada atividade que, em tese, poderia ser feita por alguém da própria equipe. No Brasil, esta é uma prática que vem sendo adotada pelo menos desde os anos 70 e que tem ganhado cada vez mais adeptos.

O mercado de tecnologia é talvez o mais forte quando o assunto é a terceirização. E há algumas repostas para isso: É um mercado com um nível de especialização cada vez maior; possui uma força de trabalho geralmente mais jovem; e, na maioria das vezes, o trabalho pode ser executado de qualquer lugar do mundo. Estão aí alguns dos ingredientes que fazem da terceirização uma boa pedida.

Além disso, outra vantagem é a flexibilidade. As empresas têm mais facilidade para aumentar ou diminuir a equipe conforme a demanda de seus projetos. Ou até mesmo é possível contratar profissionais terceirizados para desenvolver pequenas tarefas – que geralmente não ocupam o horário integral de um colaborador próprio.

O que mudou nas relações de trabalho e por que terceirizar?

Hoje as empresas não competem apenas com outras companhias da mesma região. O mercado global tornou a competitividade também global. As startups e as grandes empresas do Brasil estão cada vez mais conectadas com as tendências daquilo que ocorre do outro lado do mundo. E isso faz com que o desafio de estar à frente permeie tudo aquilo que é ligado à tecnologia e também ao trabalho humano.

Por fim, é como montar um quebra-cabeça. Profissionais especializados se encaixam em determinados projetos e não se adequam a outros. E isso faz com que uma equipe de colaboradores fixos seja menos produtiva em alguns casos. Por isso, é cada vez mais desafiador conectar profissionais especializados a atividades que, de fato, utilizam todo o seu potencial produtivo.

Portanto, é neste aspecto que a terceirização é considerada uma vantagem. A empresa tem mais flexibilidade para montar este quebra-cabeça; tem a possibilidade de montar equipes para projetos específicos e ainda tem a facilidade de poder contratar empresas de seleção que são especializadas nisso.

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